quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Indicação de leitura

Reforço mais uma vez a minha vibe Web 2.0. Além de compartilhar o texto abaixo, fica a dica da leitura do Valor Setorial de hoje, em que traz o desafio de monitorar as redes sociais, participação de grandes e importantes empresas. beijo e boa leitura.

O poder das redes sociais não pode ser mais ignorado por aquele profissional responsável por administrar relacionamentos e conflitos na empresa. Os relações públicas estão tendo que se adaptar a esse novo modelo de comunicação que pode alavancar ou destruir reputações em questão de minutos, dada a rapidez em que circulam as informações por meio das mídias sociais.

O profissional de relações públicas tem a função de promover e administrar relacionamentos e, muitas vezes, mediar conflitos, valendo-se, para tanto de estratégias e programas de comunicação de acordo com as adversidades do ambiente social. Para tanto, ele deve ser um especialista em construção de relacionamentos, principalmente ao atuar nas redes sociais.

Segundo o professor e pioneiro nos estudos das RPs no país, Cândido Teobaldo de Souza Andrade, os assessores de relações públicas em uma empresa, não tem em mira, unicamente informar os seus públicos, mas precisamente, conseguir, estabelecer com eles uma verdadeira comunhão de idéias e de atitudes, por intermédio da comunicação. Tal conceito é fundamental para o sucesso de qualquer empreitada nas redes sociais, pois a comunicação nas redes deve constituir-se num setor estratégico, agregando valores e facilitando, por meio dos profissionais de relações públicas, os processos interativos e as mediações.

O problema é que muitos profissionais se esquecem que praticar uma comunicação efetiva não é tão simples como se pode pensar. Várias empresas na hora de estabelecer um processo comunicacional com o público utilizam os modelos estabelecidos pelos pesquisadores James Grunning e Todd Hunt, só que muitas vezes, valem-se do modelo equivocado para as redes sociais. Elas implantam o assimétrico de duas mãos, no qual a organização procura conhecer o perfil dos seus públicos e suas aspirações em relação a ela, mas não estabelece uma base de troca e de diálogo. Utiliza as informações para persuadi-los, assim os efeitos são assimétricos, beneficiando somente a organização.

É o caso da empresa que cai no erro ao achar que basta abrir uma conta no Twitter, Facebook ou Google+ e passar a postar tudo que lhe interessa. Sem qualquer planejamento se esquece do preceito mais importante nas mídias sociais a interatividade. O resultado é catastrófico, como atesta um post no Facebook de uma prefeitura da região metropolitana de Belo Horizonte (MG). “A cada dia a Prefeitura deixa a desejar em seu envolvimento com a sociedade civil. Se não quer interagir, responder, deveria excluir as suas redes sociais que só servem para fazer marketing. Que tipo de profissionais há na Assessoria de Comunicação desta casa?”.

Por outro lado, caso o relações públicas opte por implantar o modelo simétrico de duas mãos, também de Grunnig e Hunt e considerado o modelo comunicacional ideal, os resultados nas redes sociais serão bem satisfatórios. Nele, as relações públicas buscam o equilíbrio entre os interesses das organizações e os de seus públicos. O objetivo final é o entendimento e a compreensão mútua entre as organizações e os seus públicos. É o modelo capaz de propiciar a excelência da comunicação nas redes sociais e nas organizações.



Foi o caso de um dos assuntos mais comentados na web dia (25/10), a resposta inusitada do Banco Bradesco em sua fan page para um cliente que havia feito uma consulta de modo incomum. O correntista fez uma pergunta por meio de um poema e viu sua dúvida ser respondida da mesma forma. Menos de 48h depois da postagem mais de 2.800 pessoas haviam curtido a iniciativa no Facebook e gerado um buzz positivo nas redes sociais.

A professora e pesquisadora, Margarida Krohling Kunsch, nos ensina que as organizações têm de pautar-se por políticas que privilegiem o estabelecimento de canais de comunicação livres e diretos com os públicos a elas vinculados. A abertura das fontes e a transparência das ações serão fundamentais para que as organizações possam se relacionar com a sociedade e contribuir para a construção da cidadania e da responsabilidade social. Conselho básico e valioso para todos aqueles que desejam estabelecer uma política de comunicação eficiente nas redes sociais.

Leia mais sobre em: http://www.midiatismo.com.br/comunicacao-digital/as-relacoes-publicas/o-perigo-da-comunicacao-assimetrica-nas-redes-sociais#ixzz1dJY7wpNI

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Comunicação Interna: aliada ou inimiga da sua empresa?

Ao verificar os requisitos da norma ISO 9001 pela primeira vez podemos achar que existem alguns requisitos que são desnecessários e que poderiam facilmente ser excluídos.

Um desses requisitos é o item 5.5.3 – Comunicação Interna, cujo conteúdo diz: “A Alta Direção deve assegurar que sejam estabelecidos, na organização, os processos de comunicação apropriados e que seja realizada a comunicação relativa à eficácia do sistema de gestão da qualidade”.

É um item tão simples que muitas vezes não damos importância e pode passar despercebido na implementação da ISO 9001 ou na vida da sua empresa, mas que se não for analisado cuidadosamente pode destruir a vida da sua empresa.

Agora você pode pensar… Não é tão trágico assim. Pode acreditar. É sim! E o problema é que quando você percebe o estrago já é muito grande.

A falta de uma comunicação interna eficaz faz com que os funcionários criem a sua própria corrente de informações e o problema é que muitas vezes esses dados são transmitidos de forma tendenciosa e parcial, causando insatisfação e desgastes desnecessários e essas são características que deixam o ambiente de trabalho “pesado“ e desmotivam a todos.

Essa desmotivação será demonstrada no resultado final do seu produto, afinal são essas pessoas que estão na linha de frente da sua empresa.

Por isso gestor, é muito importante criar um ambiente propício para o fluxo correto da informação entre todos os níveis da organização.

Lembre-se que por “Comunicação” podemos entender o “intercâmbio de informações“. Não tem como comunicar-se sozinho, então sim… quadros de avisos e jornais são importantes para a divulgação dos resultados, mas não garantem o objetivo final do requisito.

Para isso, é importante:

- Criar um plano de comunicação interna – reuniões internas (por exemplo skip level), programas de sugestões e melhorias, pesquisas de satisfação internas, eventos culturais ou esportivos, etc.

- Criar um plano de incentivo para os funcionários – criação de campanhas que estimulem os funcionários nas metas estabelecidas para a empresa

- Criar um plano de endomarketing para tornar o seu funcionário aliado ao seu negócio.

Outras ações também podem ser criadas de acordo com a realidade da sua empresa. O importante é promover o envolvimento das pessoas com a melhoria constante da organização.

Então, agora é a hora de pensar como está a comunicação interna da sua organização? Ela é aliada ou inimiga da sua organização?

Bom Trabalho!

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

O que vale mais a pena? Ser CLT ou PJ?

Atualmente vivemos em um cenário mais confortável de alguns anos atrás. Segundo dados do Ministério do Trabalho, de setembro de 2003 a setembro de 2010, os índices, dos empregos formais, vem crescendo gradativamente.
Não contabilizamos os empregos informais que é o ponto que quero chegar. Sabendo-se que os custos de ter um funcionário CLT são altos, tanto para o empregador quanto para o empregado. Mas em contrapartida o funcionário tem alguns benefícios que disponibiliza uma segurança, além de ter experiência comprovada.
Embora, tenha seus pontos fortes, muitas empresas não realizam este tipo de contratação, compensa por outros modos, como PJ (pessoa jurídica), e com todos os benefícios de CLT (férias e 13º). Sendo assim, o funcionário consegue receber seu dinheiro líquido sem descontos, e por fim, aceita a proposta. Em minha opinião não vejo problemas, de modo que, tenha lealdade do empregador e consciência do empregado, que por outro lado pode pagar seu INSS por fora e condições até melhores que do Estado.
Falo neste assunto, por lidar com algumas situações recentemente e chamo a reflexão para isso e a dúvida por que no Brasil é tão caro o registro em carteira? Desmotivando todos nós.
Ao invés de incentivar os empresários em registrar seus funcionários, criam leias que automaticamente impossibilitam a execução do mesmo.
Tenho a impressão que isso não passa de uma “jogada” para facilitar ao Ministério do Trabalho aplicar suas multas e correções aos empresários, quando encontra algo,  que pra eles é equivocada contratação.
 Enfim, é uma grande bola de neve, em que uma coisa leva a outra, o que precisamos é encontrar empresários parceiros e conscientes que possibilitam uma negociação confortável para ambos os lados.

Um beijo e ótimo fim de semana